Mais do que dizer “Feliz Ano Novo” devemos, dizer também:
“Feliz Ano Velho” por todas alegrias, saúde, graças e bênçãos que tivemos em todos os seus dias que passaram; mas se só de tristezas, dores e angustias temos dele lembrança, por certa há de restar um sorriso meigo de um amigo a nos consolar.
A imagem que faço deste ano que finda é a imagem do meu amigo Leosito, com seus 80 anos deitado numa cama da Clinica geriátrica a dormir sossegadamente com o espírito sereno de paz e tranqüilidade.
Da última vez que fui visita-lo falei com ele que abrindo os olhos sorriu para mim, com sorriso meigo como uma criança que se vê do sono despertada. O ano de 2006 foi, para mim, a personificação da pessoa do amigo Leosito; pensando nisso eu fiz esse poema.
AMIGO LEOSITO (31/12/2006)
Meu amigo Leosito Vendo-te assim acamado,
Com idade tão avançada,
A dormir tão sossegado;
Sinto quanto és abençoado.
Leosito, meu amigo maior,
Vejo que és por Deus amado.
O teu espírito está a contemplar
A presença de nosso Senhor
Que está ao teu lado a te cuidar.
Dorme, amigo Leosito, dorme.
Descanse de teus fardos;
Em breve, tua atividade será enorme,
Ao lado dos teus entes amados,
Na glória dos céus abençoados.
Se eu morrer primeiro, amigo,
Direi a Deus esse recado:
“Senhor, Que alegria estar contigo,
Sou do Leosito um amigo
Pois no seu leito, fui visitar.”
Mas se primeiro no céu vieres a chegar
não te esqueças de mim que aqui continuarei
a orar até que um dia, a mim,
Deus vier a chamar para com Ele estar.
(Autor: José T. Schardosim)
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Não precisamos gritar para que alguém nos olhe;
não precisamos fingir para que acreditem em nós.
São nas atitudes pequenas que somos vistos,
porque só quem tem na alma o bem é capaz de coisas
pequenas e são essas que tornam a nossa vida melhor.
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terça-feira, 30 de dezembro de 2008
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